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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

A PLURALIDADE E A ESCOLA


UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA-UDESC
CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTANCIA-CEAD
CURSO DE PEDAGOGIA
FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO





A PLURALIDADE E A ESCOLA





ACADEMICAS:
ANDREÁ LUCIANA SILVA
CLARICE FLEIGER
CLAUDINEIA BRAULINA FRAGA









FLORIANÓPOLIS, SETEMBRO/2011
A PLURALIDADE E A ESCOLA





INTRODUÇÃO

      Consideramos que a discussão em torno do marxismo é necessária. E aponto duas razões.  Em primeiro lugar, as condições fundamentais que motivaram a reflexão marxista acerca da modernidade capitalista permanecem: a desigualdade social que vitima diariamente milhares de pessoas pela fome, e a necessidade de transformação das condições materiais de vida de dois terços dos habitantes do planeta; em segundo lugar, os ideais de liberdade e emancipação, defendidos por Marx, ainda mobilizam reflexões e práticas em todo o mundo. Tudo o que existe é uma transformação, um processo.  As idéias de progresso e revolução, desenvolvimento e evolução dão suporte a historicidade.



Em Hegel vemos que:
 “A História universal  representa  pois  a  marcha gradual da evolução do  princípio  cujo Conteúdo é a consciência da  liberdade”  (HEGEL,  s.d.,  p.  57).





      Na concepção da modernidade as diferenças sócias de classe, nacionalidade, fronteiras geográficas e raciais, de religião e ideologia são anuladas, porem com a pós-modernidade a sociedade e o individuo passaram a ser pensada de outra forma, no lugar da unidade a fragmentação, e no lugar da razão o questionamento.

      Baseando-se no filme “Entre os Muros da Escola”, podemos ver claramente que a escola tem um olhar voltado para si mesmo e não para as necessidades de cada aluno ou grupo. O corpo disciplinar tem olhar radical quanto “aquele” aluno, que não esta seguindo dentro das normas estabelecidas pela escola, e assim ele é julgado um problema dentro do tipo de pensamento que a escola segue, deixando de ver as dificuldades dos alunos e as diferenças culturais destes mesmos. Mesmo quando um dos professores tentou fazer a diferença diante deste abismo que existia entre alunos e corpo decente, logo quando começou a dar algum resultado, ele se atrapalhou, pois não era acostumado, e voltou à estaca zero.

      Um exemplo bem claro desta dificuldade acontece quando a mãe de um aluno foi chamada a escola e o corpo disciplinar começou a falar dos problemas do seu filho, a mãe não entendia, pois seu filho em casa era correto, disciplinado e auxiliava os irmãos, o que nos mostra que dentro da sua cultura, seu ambiente familiar, ele não tinha conflitos.
Um momento de interação no filme foi quando alunos sorridentes, e corpo docente, estavam no pátio da escola jogando futebol. Isto nos leva a refletir que quando a linguagem é compreendida por todos, os todos se entendem.

      Já na visão da psicanálise, esta forma de se pensar o sujeito começou a ser repensada. Em vez de ser considerado o consciente, agora é a existência do inconsciente que o caracteriza. O sujeito passa a ser compreendido através de um processo formativo e não mais a partir de um núcleo ou essencial. Estas teorias e perspectivas pós-modernas vão colocar em xeque as noções de sujeito, ele passa a ser constituído então através de praticas discursivas, ou seja, passa a ser visto e compreendido pelo que se diz sobre ele. Então, ao invés dos os sujeitos tem em comum, do que os une, entra em foco o elemento contrario, ou seja, a diferença. As novas proporções que formam as diferenças culturais, étnicas e gêneros, compõem a identidade cultural que surgem a partir de então. O sujeito era compreendido pelas diferentes características históricas e sociais que o formava e com as quais se identificava.

      Então ao pensarmos em educação como um ato reflexivo e pratico, motivando a ação, nos surge os questionamentos referentes às discussões que incidem em nossa pratica pedagógica e as diferentes identidades que dialogam ou entram em conflito na escola, reiterando em quais temáticas de questionamentos são considerados pós-modernos.

      Na pratica pedagógica, estão cada vez mais presentes as discussões destas diferenças, a pluralidade cultural, do direito a diferença e respeito à diversidade, aproveitarmos toda esta diversidade de cultura é um conceito de muita importância para valorizar os diferentes elementos que compõem a formação do povo brasileiro na educação. Não obstante, na pós-modernidade temos o desafio de conceber, entender e respeitar todos e quais querem diferentes grupos e culturas que é a etnia brasileira, compreendendo e incentivando o convívio destes diversos grupos e fazendo destas características os fatores que enriquecem as discussões da pluralidade cultural que este presente em diferentes temáticas em nosso espaço pedagógico.













CONCLUSÃO

O período tem tido diversas ramificações políticas: suas idéias anti-ideológicas parecem ter sido positivamente associadas com o Movimento Feminista, movimentos de igualdade racial, movimentos a favor dos direitos dos homossexuais, a maioria, formas do anarquismo do final do século 20 e até de movimentos de paz tão bem quanto vários híbridos destes atuais movimentos antiglobalização. Apesar de nenhuma dessas instituições inteiramente abraçarem todos os aspectos do Movimento Pós-Moderno em sua definição mais concentrada que eles todos refletiram, ou pegaram emprestado, de alguma de suas idéias mais centrais.

































REFERENCIAS:


Caderno Pedagógico de Filosofia da Educação. Capitulo quatro. Disponível em: http://www.moodle.udesc.br/file.php/667/FILOSOFIA/af_filosofia_cap04.pdf Ultimo acesso em: 18 de setembro de 2011.


Cantet, Laurent. “Entre os Muros da Escola” Com trecho em:
 Assistido no pólo de Florianópolis em 16 de setembro de 2011.

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